No Japão existe uma pequena ilha na região de Hiroshima habitada por centenas de coelhos. Mas vários mesmo. Eles são selvagens, mas bem dóceis e, como podemos ver na foto, não se importam nem um pouco com os humanos.
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12 de abr. de 2013
22 de fev. de 2013
Cesta de 6ª - Ukiyo-e Heroes
"O que é ukiyo-e?"
Ukiyo-e (“Figuras de um mundo flutuante”, em japonês) é um estilo de arte japonês da época Edo (1603 - 1868). Sua criação está ligada às mudanças no Japão da época, como o surgimento dos burgueses e à massificação da arte (antes exclusividade da corte e dos samurais). Entre os temas estão a vida urbana, o cotidiano de cortesãs, atores e lutadores de sumô, paisagens da natureza e das cidades.
Agora que vocês já sabem do que se trata, vamos ao assunto principal.
Ukiyo-e Heroes é uma série de paródias envolvendo personagens de videogames. Os artistas juntaram cultura pop com gravura tradicional japonesa. Da mesma forma que o ukiyo-e tradicional, o projeto Ukiyo-e Heroes retrata o cotidiano dos apaixonados por videogame.
"Tá, e por que você tá falando isso tudo?"
Porque logo mais teremos, em São Paulo, uma exposição! Começa dia 04 de março e vai até o dia 12 de abril de 2013.
E, ainda por cima, tem um bate papo + demonstração com os artistas, no dia 02 de março de 2013 (sábado), às 10h e às 14h.
Isso tudo acontece no "JOH MABE Espaço Arte & Cultura", na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 4.225
Clique AQUI para ver o site dos artistas e AQUI para mais informações sobre a exposição.
Ukiyo-e (“Figuras de um mundo flutuante”, em japonês) é um estilo de arte japonês da época Edo (1603 - 1868). Sua criação está ligada às mudanças no Japão da época, como o surgimento dos burgueses e à massificação da arte (antes exclusividade da corte e dos samurais). Entre os temas estão a vida urbana, o cotidiano de cortesãs, atores e lutadores de sumô, paisagens da natureza e das cidades.
Bem mais legal do que briga de galo.
Agora que vocês já sabem do que se trata, vamos ao assunto principal.
Ukiyo-e Heroes é uma série de paródias envolvendo personagens de videogames. Os artistas juntaram cultura pop com gravura tradicional japonesa. Da mesma forma que o ukiyo-e tradicional, o projeto Ukiyo-e Heroes retrata o cotidiano dos apaixonados por videogame.
"Tá, e por que você tá falando isso tudo?"
Porque logo mais teremos, em São Paulo, uma exposição! Começa dia 04 de março e vai até o dia 12 de abril de 2013.
E, ainda por cima, tem um bate papo + demonstração com os artistas, no dia 02 de março de 2013 (sábado), às 10h e às 14h.
Isso tudo acontece no "JOH MABE Espaço Arte & Cultura", na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 4.225
Clique AQUI para ver o site dos artistas e AQUI para mais informações sobre a exposição.
1 de jul. de 2012
Caçando Trechos
Uma vez já coloquei AQUI um trecho de um livro de Haruki Murakami chamado Dance, Dance, Dance.
Agora estou lendo outro, Caçando Carneiros. Deveria ter feito o contrário, visto que a história deste se passa antes da do outro. E elas estão, sim, conectadas. Muito aliás. Mas agora não importa, o erro já está cometido.
Assim como com o outro livro, alguns trechos me chamaram muito a atenção (ainda chamam, pois não acabei de ler). São, geralmente, descrições. Feitas de um jeito que eu nunca pensaria mas que entendo perfeitamente. São, ao mesmo tempo, complexas e simples.
Dessa vez decidir colocar um punhado de trechos.
"Todo o mundo tem defeitos, é claro.
Mas no meu caso o maior defeito é que, com o passar dos anos, meu defeito fica cada vez maior. Como se eu estivesse criando uma galinha dentro de mim. A galinha bota ovos, os ovos transformam-se em novas galinhas, essas galinhas tornam a botar ovos. Será que um humano consegue continuar vivendo com tantos defeitos dentro de sim? Claro que consegue. E esse é o problema, no fim das contas."
"Alguém treinava escalas ao piano num lugar distante. Tocava como se descesse uma escada rolante que sobe."
(Falando sobre o gato de estimação) "Quando minha mulher o recolheu sob o banco do parque e o trouxe para casa, ele ainda era um jovem macho apresentável, mas a partir de meados da década dos 70 transformara-se numa bola de boliche posicionada no topo de uma ladeira, rapidamente rolando para a catástrofe. Além de tudo, nem sequer tinha nome. E eu não conseguia decidir se o fato de não ter nome era um fator agravante ou atenuante nessa tragédia."
E em algum lugar tinha uma comparação, se não me engano, entre a rede viária de uma cidade com a casca de um melão, mas não sei mais onde está.
Agora estou lendo outro, Caçando Carneiros. Deveria ter feito o contrário, visto que a história deste se passa antes da do outro. E elas estão, sim, conectadas. Muito aliás. Mas agora não importa, o erro já está cometido.
Assim como com o outro livro, alguns trechos me chamaram muito a atenção (ainda chamam, pois não acabei de ler). São, geralmente, descrições. Feitas de um jeito que eu nunca pensaria mas que entendo perfeitamente. São, ao mesmo tempo, complexas e simples.
Dessa vez decidir colocar um punhado de trechos.
"Todo o mundo tem defeitos, é claro.
Mas no meu caso o maior defeito é que, com o passar dos anos, meu defeito fica cada vez maior. Como se eu estivesse criando uma galinha dentro de mim. A galinha bota ovos, os ovos transformam-se em novas galinhas, essas galinhas tornam a botar ovos. Será que um humano consegue continuar vivendo com tantos defeitos dentro de sim? Claro que consegue. E esse é o problema, no fim das contas."
"Alguém treinava escalas ao piano num lugar distante. Tocava como se descesse uma escada rolante que sobe."
(Falando sobre o gato de estimação) "Quando minha mulher o recolheu sob o banco do parque e o trouxe para casa, ele ainda era um jovem macho apresentável, mas a partir de meados da década dos 70 transformara-se numa bola de boliche posicionada no topo de uma ladeira, rapidamente rolando para a catástrofe. Além de tudo, nem sequer tinha nome. E eu não conseguia decidir se o fato de não ter nome era um fator agravante ou atenuante nessa tragédia."
E em algum lugar tinha uma comparação, se não me engano, entre a rede viária de uma cidade com a casca de um melão, mas não sei mais onde está.
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